quinta-feira, 9 de setembro de 2010

NOVELA: ESTÚPIDO CUPIDO (1976)


Estúpido Cupido foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 1976 e 1977, contou com 160 capítulos. Foi escrita por Mário Prata e dirigida por Régis Cardoso.

Em Albuquerque, cidade do interior de São Paulo, no início da década de 60, a população se concentra para receber a visita de Cely Campello e para a eleição da Miss Brasil, onde a conterrânea Maria Teresa (Françoise) é uma das preferidas. Ao redor destes fatos evoluem os personagens locais.
 
O relacionamento amoroso entre o viúvo Guima (Leonardo) e a desquitada Olga (Maria); o amor entre o desmemoriado Belchior (Luiz Armando) e a irmã Angélica (Savalla); .os negócios ilícitos de Acioly (Nuno); as fofocas por telefone comandadas por Adelaide e Eulália (Célia e Kleber) e os diversos namoricos.

Primeira novela de Mário Prata, que a iniciou sem grande conhecimento do veículo. No entanto mostrou convincente habilidade em armar diálogos, conduzir as tramas e apresentar um passado próximo extremamente diferente da geração atual. Momentos memoráveis: a chegada de Cely Campello (que teve de emagrecer para ficar com o corpo da época na qual era a cantora preferida da juventude) a Albuquerque e o concurso de Miss Brasil, onde o cuidado de produção reergueu com fidelidade o que fora o concurso em 1961, gravado no Maracanãzinho com público e tudo, sem que o elenco soubesse (nem Françoise) o que o script revelaria ao final. Manteve-se assim a surpresa exata de Maria Teresa como vencedora. O último capítulo, exibido em cores, mostrou o paradeiro dos personagens em 1977.

Memória da telenovela Brasileira
Ismael Fernandes
Editora Brasiliense, 4a edição, 1997

As músicas e figurinos eram ambientados nos anos 60. Foi a última novela da Rede Globo produzida em preto-e-branco - ressalvando-se que seu último capítulo foi gravado em cores sem que os atores soubessem disso, pois era desejada a surpresa de que a emissora já estava com a totalidade de suas câmeras em cores.

A música de abertura, Estúpido cupido, era interpretada por Celly Campello.

Na fictícia Albuquerque do início dos anos 60, vivem vários personagens: Maria Teresa, filha de Olga, era uma jovem dividida entre o amor de João e o sonho de ser Miss Brasil; Mederiquis, um jovem rebelde; a inquieta Glorinha e a freira Angélica, que desperta para o amor ao conhecer Belchior.
NÚCLEO DOS PERSONAGENS

- núcleo de OLGA (Maria Della Costa), mulher madura e bonita obrigada a uma vida solitária para evitar comentários na cidade que a desaprova pelo fato de ser desquitada:

os filhos MARIA TERESA, a TETÊ (Françoise Forton), que sonha em sair de Albuquerque e acaba se tornando Miss Brasil,

CIÇA (Sônia de Paula), normalista que vive brigando com as colegas de colégio,

e JOEL OTÁVIO, o CANIÇO, integrante do grupo de rock local Os Personélites Bóis

a sobrinha BETINA (Heloísa Milet), chega a Albuquerque para fazer uma pesquisa de sociologia e acaba provocando um verdadeiro caos na cidade com seus hábitos cariocas.

- núcleo de GUIMA (Leonardo Villar), viúvo, presidente do Albuquerque Tênis Club, onde se reúnem as pessoas bem da cidade. Tenta a prefeitura da cidade nas próximas eleições. Muito autoritário, é um austero seguidor das leis. Acaba apixonado por Olga:

o pai GUIMÃO (Oswaldo Louzada), aposentado do Banco do Brasil, tem uma permanente preocupação com a morte e acha que pode gravar as vozes dos mortos

os filhos JOÃO (Ricardo Blat), namorado de Tetê. Apesar de gostar de escrever, vive um conflito profissional, não só pelas pressões paternas mas também por acreditar que arrumando um trabalho imediato no Banco do Brasil conseguirá convencer a namorada a casar-se e abandonar o concurso de miss

e ZÉ MARIA (Ricardo Garcia), o caçula, tarado por futebol

a empregada DAQUINHA (Vick Militello), solteira aos 30 anos, procura uma companhia através de cartas para o Correio Sentimental e coleciona as respostas num arquivo guardado a sete chaves.

- núcleo de MEDERIQUIS (Ney Latorraca), líder dos Personélitis Bóis. Está há sete anos no curso científico, maneira que encontrou para não perder a mesada paterna. Um típico playboy, fã de Elvis Presley e James Dean, lambretista, sempre de blusão de couro preto e chicletes na boca. Metido a cantor, arquiteta vários planos para agitar a cidade. Apaixona-se por Betina:

seus seguidores CANIÇO (João Carlos Barroso)

e CARNEIRINHO (Tião D'Ávila), seu braço-direito. Totalmente sem personalidade, é um entrega-recados. Sua grande qualidade é ser um bom cantor, indispensável nas serenatas, mas está sempre com sono.

- núcleo do DR. SIQUEIRA (Mauro Mendonça), delegado da cidade. Tipo fino e de postura de quem tudo sabe, foi apelidado pelos rapazes de TOM MIX:

a mulher MARIINHA (Marilu Bueno), uma das dez mais elegantes de Albuquerque. Totalmente dedicada ao marido

a filha GLORINHA (Djenane Machado), namora às escondidas com Caniço, pois o pai é contra o namoro

a melhor amiga de Glorinha, ANINHA (Heloísa Raso), que apaixona-se por Carneirinho.

- núcleo do colégio de freiras:

IRMÃ ENCARNACION (Ida Gomes), a diretora. Asmática, meio surda, é muito austera na disciplina escolar

IRMÃ CONSUELO (Suely Franco), professora de Ciências, é também a responsável pelas questões disciplinares do colégio, sendo que a sua preocupação maior é o comprimento das saias

IRMÃ ANGÉLICA (Elizabeth Savala), em seu primeiro ano no colégio tem várias idéias de incentivar as atividades artísticas entre as alunas, com a criação de um grupo de teatro amador, mas não encontra apoio da diretoria, que a aconselha a se limitar às suas aulas de Português

MIGUEL (Luís Orioni), antigazeteiro contratado pela Irmã Encarnacion. Sua função é surpreender meninas e rapazes matando aula ou usando uniforme colegial fora do horário.

- núcleo do colégio de padres:

PADRE BATISTA (Antonio Patiño), o diretor, chamado pelos alunos de BATISTÃO. Tipo conservador, procura manter o mesmo tipo de ensino do passado

PADRE ALMERINDO (Emiliano Queiróz), professor de Latim e Espanhol e também o responsável pela disciplina do colégio, é conhecido por suas frases de efeito. Apesar de toda a sua rigidez e função, os alunos estão sempre lhe pregando peças e colando em suas provas

FREI DAMASCENO (Carlos Kroeber).

- demais personagens:

BELCHIOR (Luiz Armando Queiróz), meio mendigo, meio desligado, passa dias e noites na praça. Aparentemente não apresente qualquer desequilíbrio mental, afora o fato de, entre onze e meia e meio-dia, colocar no ar uma estação de rádio imaginária. As pessoas que se aproximam são prontamente entrevistadas por Belchior. Apareceu sem ninguém saber de onde e isso intriga muita gente, pois ele tem fartos conhecimentos de matemática e literatura. Alguns pensam em interná-lo, mas os rapazes, liderados por Mederiquis, o protegem

CABO FIDÉLIS (Tony Ferreira), alto e forte, é metido a xerife. Além das funções normais, faz ainda o serviço de guarda de trânsito e fiscal do jardim onde os rapazes se reúnem. Seu grande amigo é Miguel e sua paixão é Daquinha

PREFEITO AQUINO (Ênio Santos), solteirão, está sempre em busca de uma chance para fazer um galanteio especial às moças em idade de casar. Com a chegada de Betina, entusiasma-se logo e passa a cortejá-la

as fofoqueiras ADELAIDE (Célia Biar), viúva, sua única distração é comentar a vida alheia. Quando não está na janela vigiando o que vai na rua, conversa e fofoca com a amiga EULÁLIA (Kleber Macedo), uma solteirona, ocupando o telefone por horas a fio

ACIOLI (Nuno Leal Maia), geólogo da Petrobrás que vai a Albuquerque iniciar uma pesquisa sobre a existência de petróleo nos arredores da cidade. Elegante, maduro, sente-se atraído por Tetê e passa a freqüentar sua casa, na tentativa de conquistar a jovem.

ELENCO

NEY LATORRACA - Mederiquis (Antônio Ney Medeiros)
FRANÇOISE FORTON - Tetê (Maria Teresa)
LEONARDO VILLAR - Guima (Alcides Guimarães Filho)
MARIA DELLA COSTA - Olga
RICARDO BLAT - João
JOÃO CARLOS BARROSO - Caniço (Joel Otávio)
DJENANE MACHADO - Glorinha
LUIZ ARMANDO QUEIRÓZ - Belchior
ELIZABETH SAVALA - Irmã Angélica
NUNO LEAL MAIA - Acioli
MAURO MENDONÇA - Dr. Siqueira (Tom Mix)
MARILU BUENO - Mariinha (Maria Antonieta)
TIÃO D'AVILA - Carneirinho
HELOÍSA RASO - Aninha
HELOÍSA MILET - Betina
SÔNIA DE PAULA - Ciça
ÊNIO SANTOS - Prefeito Aquino
OSWALDO LOUZADA - Guimão
CÉLIA BIAR - Adelaide (Danadinha)
KLEBER MACEDO - Eulália (Papudinha)
SUELY FRANCO - Irmã Consuêlo
IDA GOMES - Madre Superiora Encarnación
EMILIANO QUEIRÓZ - Padre Almerindo
ANTÔNIO PATIÑO - Padre Batista (Batistão)
CARLOS KROEBER - Frei Damasceno
VICK MILITELLO - Daquinha (Joana D´Arc da Silva)
TONY FERREIRA - Cabo Fidélis
LUÍS ORIONI - Miguel
ZANONI FERRITE - Pepê
RICARDO GARCIA - Zé Maria
CLÁUDIO MOTTA - Gordon
CLÁUDIO FONTES - Godinho
SANDRO POLÔNIO - Comendador Giovanni Fanfani
HENRIQUETA BRIEBA - mãe de Olga


CURIOSIDADES


-Bang Bang, também escrita, pelo menos a princípio, por Mário Prata, também se passava numa cidade chamada Albuquerque e teve Ney Latorraca e Mauro Mendonça no elenco, assim como Estúpido Cupido.

-Estúpido Cupido foi a última da Globo produzida em preto-e-branco.O seu último capítulo foi gravado a cores e mostrou o paradeiro dos personagens em 1977.

-Estúpido Cúpido foi a estreia de Françoise Forton e de Elizabeth Savalla no horário das 19 horas. Antes, Françoise já tinha feito Fogo sobre Terra(20h)e O Grito(22h). Já Elizabeth havia trabalhado em Gabriela(22h)e também em O Grito.

-Destaque para o bordão da dupla de fofoqueiras Adelaide e Eulália: "Fala, danadinha, fala!", personagens de Célia Biar e Kléber Macedo.

-A novela foi reprisada a partir de maio de 1979,às 14 horas.

-Em 1995 a emissora TVN do Chile produziu o remake de Estupido Cupido. A história se passa na pequena cidade de San Andrés


BASTIDORES

Primeira novela de Mário Prata, que a iniciou sem grande conhecimento do veículo. No entanto demonstrou convincente habilidade em armar diálogos, conduzir as tramas e apresentar um passado próximo e extremamente diferente da geração atual. Conclusão: a novela foi um grande sucesso e marcou o ano de 1976.

A cidade de Itaboraí foi escolhida para representar Albuquerque, porque sua praça principal dava bem a idéia de uma cidade do interior paulistano.

Momentos memoráveis: a chegada em Albuquerque de Cely Campello (que teve de emagrecer para ficar com o corpo da época na qual era a cantora preferida da juventude); e o concurso de Miss Brasil, onde o cuidado de produção reergueu com fidelidade o que fora o concurso em 1961, gravado no Marcanãzinho com um público de 10 mil pessoas, sem que o elenco soubesse (nem a atriz Françoise Forton) o que o script revelaria no final. Manteve-se assim a surpresa exata de Maria Teresa como a vencedora.

O diretor Régis Cardoso conta em seu livro No Princípio Era o Som:

"Na história em que Françoise Forton é eleita Miss Albuquerque, Miss São Paulo e depois Miss Brasil, eu armei um truque para obter dela como atriz uma reação bem positiva e altamente dramática. (...) Convidei o eterno apresentador Hilton Gomes e a charmosa e eterna apresentadora Marly Bueno, meus amigos; com pouca publicidade conseguimos colocar dentro do Maracanãzinho cerca de 10.000 pessoas (...)Para não se tornar maçante a gravação, eu combinei com todos que deveríamos gravar direto, sem pausas (...) Ninguém sabia o desfecho (...) Antes de começar a gravação das cinco finalistas, fiz uma pequena pausa na gravação, fui pessoalmente ao ouvido de Françoise e disse que ela tiraria segundo lugar porque senão não poderia casar com o galã. Claro que era mentira. (...) Preparei uma câmera dela e quando o Hilton Gomes anunciou o segundo lugar, e que não era ela, a partir de então comecei a gravar seu close de aflição. Se ela não era a segunda, então seria a vencedora. E foi o que aconteceu. Obtive dela uma reação realista ao extremo, até lágrimas de emoção ela deixou cair".

Um dos poucos erros estratégicos de Mário Prata foi tentar interferir no que seria o tema de abertura. Queria a canção Parece Que Foi Ontem, interpretada por Caetano Veloso. Mas a direção e o departamento artístico da emissora preferiram a música de Celly Campelo. Resultado: a cantora saiu do ostracismo e relançou outros sucessos da época. Todo o país voltou a dançar antigos sucessos, os concursos de twist se multiplicaram em festas e colégios, as moças passaram a usar saias rodadas.

Estúpido Cupido foi a última novela da Globo produzida em preto-e-branco. O seu último capítulo foi gravado em cores e mostrou o paradeiro dos personagens em 1977.

Muitos foram os destaques do elenco: Ney Latorraca caiu no gosto popular com o seu Mederiquis, personalizando o "rebelde sem causa" dos anos 60. Leonardo Villar e Maria Della Costa viveram um casal romântico maduro, contrastando assim com os demais parzinhos de jovens namorados. Célia Biar e Kleber Macedo estiveram impagáveis como uma dupla de fofoqueiras de língua afiada que passava o dia trocando telefonemas: o vídeo era dividido em dois e o público se divertia com as caretas daquela que contava a fofoca e da outra que ouvia a novidade. O bordão da dupla se tornou popular na época: "Fala danadinha, fala!".

Ney Latorraca - cujo nome completo é Antônio Ney Latorraca - narra em seu livro Muito Além do Script:

"Meu personagem se chamava Antônio Ney Medeiros e o apelido era Mederiquis. Quando vi as chamadas no ar, não gostei do visual - era um personagem muito maquiado - e resolvi sair da novela. Guta (diretora de elenco da Globo) foi lá em casa e me impediu: "Que bobagem é essa? Você vai voltar, fazer o trabalho e, se não está satisfeito com o resultado, invente outra maneira de fazer o papel".

"Aí mudei tudo. Fiz o Mederiquis sem a peruca, sem a maquiagem, com calças pretas superapertadas, botas bem grandes. (...) E Mederiquis acabou virando um grande sucesso dentro da novela".

O LP da trilha sonora vendeu mais de 1 milhão de cópias, o recorde da época. Consolidava-se assim a boa vendagem de discos de trilhas de telenovelas, num projeto que fora iniciado em 1971.

A novela foi reprisada a partir de maio de 1979, às 14 horas.


TRILHA SONORA NACIONAL

01-"Banho de Lua (Tintarella di luna)" - Celly Campello
02-"Quem É?" - Osmar Navarro
03-"Diana" - Carlos Gonzaga
04-"Meu Mundo Caiu" - Maysa
05-"Broto Legal" - Sérgio Murilo
06-"Alguém é Bobo de Alguém" - Wilson Miranda
07-"Por Uma Noite" - Stradivarius
08-"Ritmo da Chuva (The Rhythm Of The Rain)" - Demétrius
09-"Boogie do Bebê" - Tony Campello
10-"Sereno" - Paulo Molin
11-"Neurastênico" - Betinho e Seu Conjunto
12-"Biquíni Amarelo (Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini)" - Ronnie Cord
13-"Tetê" - Sílvia Telles
14-"Bata Baby" - Wilson Miranda
15-"Ela é Carioca" - Os Cariocas
16-"Estúpido Cupido (Stupid Cupid)" - Celly Campello



TRILHA SONORA INTERNACIONAL

01-"Breaking Up Is Hard To Do" - Neil Sedaka
02-"Love Me Forever" - The Playing's
03-"Be-Bop-a-Lula" - Gene Vincent
04-"Tutti Frutti" - Little Richard
05-"Ruby" - Ray Charles
06-"Twilight Time" - The Platters
07-"America" - Trini Lopez
08-"The Twist" - Chubby Checker
09-"Secretly" - Jimmy Rodgers
10-"Tears On My Pillow" - Little Anthony & The Imperials
11-"Misty" - Johnny Mathis
12-"April Love" - Pat Boone
13-"Multiplication" - Bobby Darin
14-"Don't Be Cruel" - Elvis Presley
15-"Petit Fleur" - Bob Crosby
16-"The Green Leaves Of Summer" - The Brothers Four
17-"Puppy Love" - Paul Anka
18-"Al Di Lá" - Emilio Pericoli
19-"Everybody Loves Somebody" - Dean Martin
20-"Bye, Bye, Love" - The Everly Brothers


GREEN LEAVES OF SUMMER

Theme from the film "The Alamo" (1960)
(Paul Francis Webster / Dimitri Tiomkin)


A time to be reapin', a time to be sowin'.

The green leaves of Summer are callin' me home.

'Twas so good to be young then, in a season of plenty,

When the catfish were jumpin' as high as the sky.

A time just for plantin', a time just for ploughin'.

A time to be courtin' a girl of your own.

'Twas so good to be young then, to be close to the earth,

And to stand by your wife at the moment of birth.

A time to be reapin', a time to be sowin'.

The green leaves of Summer are callin' me home.

'Twas so good to be young then, with the sweet smell of apples,

And the owl in the pine tree a-winkin' his eye.

A time just for plantin', a time just for ploughin'.

A time just for livin', a place for to die.

'Twas so good to be young then, to be close to the earth,

Now the green leaves of Summer are callin' me home.

'Twas so good to be young then, to be close to the earth,

Now the green leaves of Summer are callin' me home.



TRADUÇÃO:

FOLHAS VERDES DE VERÃO


Um tempo recolher, um tempo semear.

As folhas verdes de verão estão me chamando para casa.

Era tão bom ser jovem então, em uma estação de abundância,

Quando o peixe-gato estava saltando tão alto quanto o céu.

Um tempo só para plantar, um tempo só para arar.

Um tempo para cortejar uma garota só sua.

Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,

E estar ao lado de sua esposa enquanto ela dá a luz.

Um tempo de recolher, um tempo de semear.

As folhas verdes de verão são me chamando para casa.

Era tão bom ser jovem então, com o doce cheiro de maçãs,

E a coruja no pinheiro piscando seus olhos.

Um tempo só para plantar, um tempo só para arar.

Um tempo só para viver, um lugar para morrer.

Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,

Agora as folhas verdes de verão estão me chamando para casa.

Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,

Agora as folhas verdes de verão estão me chamando para casa.

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